sexta-feira, 24 de abril de 2026
Expressão linguística, Russell e Donellan
quarta-feira, 15 de abril de 2026
O diabo existe?
Por: Atualpa Ribeiro
Muitas vezes sou interpelado, na catequese e em diversos encontros com jovens, adultos e idosos, sobre se o diabo existe. Eu sempre falo a partir de uma perspectiva lógica, inspirada no Padre Quevedo, que defendia que o diabo não tem ação sobre nós, seres humanos, tendo em vista que somos imagem e semelhança do Altíssimo e, por isso, ele não pode nos alcançar.
Eu não tenho medo de Satanás, do demônio, chame como quiser. Eu tenho medo é da crueldade que acerta o cachorro "Orelha". Eu tenho medo da perversidade com que políticos roubam e, muitas vezes, retiram a oportunidade de crianças e jovens desenvolverem suas potencialidades. Eu tenho medo da crueldade que invade o espírito humano. Aliás, quando digo isso, percebo como se ainda existisse uma força exterior que impulsionasse o ser humano a realizar essas ações. Observe como esse discurso já está tão impregnado em nosso imaginário.
Mas, continuando, eu tenho medo desse instinto primitivo que faz com que um pai de família, ao decidir comemorar seu aniversário com um tema político, seja assassinado dentro da própria casa. Eu tenho medo da maldade com que alguém acelera o carro para passar por cima de um gatinho no meio da rua. Eu tenho medo dos mais de trinta socos que aquela moça recebeu no elevador. Eu tenho medo das ameaças constantes que arrepiam, pois a cada instante um ditador se posiciona dizendo que vai lançar bombas atômicas.
Eu tenho medo da profissional que atendeu minha esposa com frieza quando perdíamos nosso segundo filho/filha e, não bastasse a indiferença em nos atender, disse um sonoro não, que não iríamos conseguir.
Eu tenho medo da crueldade humana, que de humano não tem nada. Se eu tenho medo do diabo, sim, tenho medo do diabo que se denominou de 'Gente' e terceirizou a crueldade ao diabo, se esquivando de qualquer responsabilidade ou de forma pseudo-clínica dizem: "não leve a mal ele tem transtornos mentais".
Por isso, não seja o capeta de estimação do seu vizinho.
domingo, 12 de abril de 2026
A teoria da significação em Aristóteles
ARISTÓTELES. Da interpretação. Tradução de José Veríssimo Teixeira da Mata. São Paulo: Editora Unesp, 2013. Obra original: Περὶ Ἑρμηνείας (Peri Hermeneias), cerca de 350 a.C.
DESCARTES, René. Meditações metafísicas. Tradução de Edson Bini. São Paulo: Edipro, 2018. Obra original: Meditationes de prima philosophia, 1641.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Reviravolta linguístico-pragmática na filosofia contemporânea. 4. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2006.
PLATÃO. Crátilo: ou sobre a correção dos nomes. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: Editora UFPA, 2015. Obra original: Κρατύλος (Kratylos).
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. Organização de Charles Bally e Albert Sechehaye. Tradução, notas e posfácio de Marcos Bagno. Apresentação de Carlos Faraco. São Paulo: Parábola Editorial, 2021. Obra original: Cours de linguistique générale, 1916.
WITTGENSTEIN, Ludwig. Investigações filosóficas.
Tradução de Marcos G. Montagnoli. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. Obra
original: Philosophische Untersuchungen, 1953.
Expressão linguística, Russell e Donellan
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